Investigações confirmam a causa da mortalidade de moluscos no verão

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Sobre a mortalidade de mariscos que ocorreu durante os meses de Fevereiro e Março, considerada média história, principalmente nos municípios de Porto Belo, Governador Celso Ramos, Biguaçú, São José, Florianópolis e Palhoça, a Síntese Informativa da Maricultura 2014, realizada pelo Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca (Cedap), aponta que as investigações descartaram a ação de patologias e agentes infecciosos, mas constataram alta debilidade fisiológica em mexilhões. E a melhor hipótese para explicar o fenômeno estava relacionada a fatores ambientais adversos.

O resultado apontou que  apesar de não haver monitoramento da qualidade da água referentes a salinidade e turbidez, a convergência de três fatores ambientais somatizados: excesso de chuvas + altas temperaturas da água + alta concentração de sólidos suspensos na água (causado pelo arrasto do sedimento do fundo dos rios que chegam as Baías), apontados pela Nota Meteorológica da EPAGRI, podem explicar a mortalidade dos moluscos por stress fisiológico e obstrução das brânquias pelo excesso de sedimento. O fato das mortalidades verificadas terem atingido mais de uma espécie e não serem pontuais, mas distribuídas por diversos municípios, reforçam a tese de que o agente causador é o ambiental.

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