Porto Belo entre as cinco cidades do estado bem avaliadas pelo Firjan.

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Foto: Visite Porto Belo visiteportobelo.sc.gov.br

Em sua terceira edição, o Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF) mais uma vez joga luz sobre um tema de grande importância para o país: a forma como os tributos pagos pela sociedade são administrados pelas prefeituras. O IFGF utiliza-se exclusivamente de estatísticas oficiais declaradas pelos próprios municípios, sendo composto por cinco indicadores: Receita Própria, Gastos com Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida. A leitura dos resultados é bastante simples: a pontuação varia entre 0 e 1, sendo que, quanto mais próximo de 1, melhor a gestão fiscal do município no ano em observação.  (Fonte: Firjan)

São quatro os conceitos do IFGF:

Conceito A –  Gestão de Excelência e pontuação no IFGF iguais ou superiores a 0,8;

Conceito B – Boa Gestão e resultados compreendidos entre 0,6 e 0,8 pontos;

Conceito C – Gestão em dificuldades com resultados compreendidos entre 0,4 e 0,6

Conceito D –  Gestão Crítica e pontuações iguais ou inferiores a 0,4.

Segundo o estudo da Firjan, os dados referentes ao ano de 2013 ratificaram a difícil situação fiscal dos municípios catarinenses: a maioria (202, ou 68,6%) obteve conceito C, enquanto 14 (4,8%)  conceito D. Por outro lado, 73 (25,3% das cidades analisadas) foram avaliados com gestão fiscal boa, conceito B, classificação essa conquistada por Porto Belo com índice 0,7899.  E apenas quatro (1,4%) cidades apresentaram excelência no IFGF ,  com conceito A.

O estudo revela,  que o principal destaque entre as cidades do top10 catarinense foi o IFGF Liquidez: sete entre as 10 obtiveram conceito A nesse indicador, com seis delas tendo obtido a nota máxima. Em Balneário Camboriú (1º), Abdon Batista (2º), Porto Belo (5º) e Timbó (7º) o bom resultado do IFGF Liquidez foi decisivo para que figurassem entre as posições mais altas do ranking.

E também mostrou duas realidades, enquanto em Balneário Camboriú a elevada receita própria foi importante para que a cidade ficasse na primeira colocação do estado e 4º no Brasil,  Abdon Batista deu exemplo de como é possível ter ótima gestão fiscal mesmo com baixa arrecadação própria.

Outro mérito para nossa cidade, quando em relação à avaliação anterior, feita com base no ano de 2012, apenas Porto Belo e Timbó avançaram,  devido, sobretudo, ao crescimento do IFGF Liquidez.  E na outra ponta, o estudo mostra a queda do IFGF Investimentos direcionou a piora do IFGF em cinco municípios: Balneário Camboriú, Joaçaba, Bombinhas, Timbó e Itajaí.

Fonte: Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF)

Fonte: Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF)

Baixe o relatório IFGF 2015 – Análise Especial Santa Catarina.

Foto Inicial: Visite Porto Belo 

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